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5 dúvidas comuns sobre a corrosão em barcos

06 out

Confira quais as principais dúvidas e soluções para evitar o problema

Nem todos os barcos são suficientemente fortes para resistir à combinação de água mais oxigênio, elementos que dão início ao processo de corrosão. Para ajudar a evitar esse problema, confira quais as principais dúvidas e soluções:

1. A corrosão ataca mais no mar?
Sim. Além do sal, o mar contém cloro natural, o que acelera a corrosão, porque transforma a água em um eletrólito mais eficiente, aumentando sua condutividade elétrica — e eletricidade acentua a corrosão em qualquer metal. Isso faz com que ela avance bem mais depressa do que na água doce.

2. Onde a corrosão costuma atacar mais?
Nas ferragens do convés, especialmente nos guarda-mancebos, âncora e escadinha de popa. Mas as partes metálicas submersas, como eixos, rabetas, hélices e lemes, também estão sujeitas à corrosão acentuada, embora com menos intensidade, já que existem os anodos de sacrifício para evitar isso.

3. Aço inoxidável também oxida?
Sim, dependendo da qualidade do aço e dos cuidados com o barco. Alguns fabricantes usam ligas mais baratas, que resistem menos à corrosão, gerando o problema. Os aços mais recomendados são os com especificação ABNT 316, que têm alto teor de cromo e suportam bem mais o cloro do mar.

4. Existe receita caseira para prevenir a corrosão?
Sim. Lavar bem as ferragens com água e sabão depois dos passeios, tanto no mar quanto em água doce, é uma maneira simples e eficiente. O polimento com cera também blinda bem contra a corrosão nos metais. Mas — atenção! — não use cloro nem água sanitária neles, porque isso só aumenta o problema.

5. Em qual estágio a ferrugem ainda tem cura?
Bem antes de perfurar as partes afetadas. Se a ferrugem atacar eixos e propulsores, é bem provável que o funcionamento deles já esteja comprometido. Na maioria das peças de aço inox, basta um simples polimento para resolver o problema. Já parafusos enferrujados devem ser trocados, porque não vale a pena tentar salvá-los.

 

Fonte: Revista Náutica 

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